ENEM 2017 - Sociologia: Democracia direta e indireta

 

 A democracia direta e a democracia indireta expõem as mudanças e limitações do sistema representativo. Ao nos depararmos com o termo “democracia”, muitos apontam esse tipo de governo como sendo aquele que se guia por meio da vontade do povo. Nesse sentido, a população teria o direito de interferir nas escolhas e nas decisões que afetariam diretamente as suas vidas. Entretanto, o espaço político gerado pela democracia pode ser organizado das mais diferentes formas e deve atender à especificidade de cada povo. É daí que reconhecemos a existência dos modelos de democracia direta e indireta. 

Fonte: Fundação Demócrito Rocha - O POVO no ENEM

As Ciências Humanas e as novas perspectivas e abordagens no Enem

O lugar das Ciências Humanas, no processo de formação do homem, tem sido, ao longo do tempo, condicionado pelas formas de organização social. Desse modo, as Ciências Humanas, no Enem, buscam levar os interessados e alunos ao conhecimento e ao desenvolvimento de uma concepção interdisciplinar, não reduzindo o processo ensino-aprendizagem à simples junção de conteúdos ou disciplinas de forma fragmentada, mas objetivando a elaboração de uma reflexão-ação da sua condição social e ambiental, na construção da cidadania na sociedade em que está inserido.
Os assuntos que serão abordados na área de Ciências Humanas e suas tecnologias estão divididos em: diversidade cultural, conflitos e vida em sociedade; formas de organização social, movimentos sociais, pensamento político e ação do Estado; características e transformações das estruturas produtivas; os domínios naturais e a relação do ser humano com o ambiente; e representação espacial.
(Silveira, Ghisleine T. in Ciências: ciências da natureza e suas tecnologias : livro do professor: ensino fundamental e médio/Coordenação Zuleika de Felice Murrie, Brasília | MEC | INEP, 2002.) Retirado de: O POVO no ENEM - Universidade Aberta do Nordeste.

Competência de área II: Compreender as transformações dos espaços geográfi cos como produto das relações socioeconômicas e culturais de poder.


A divisão territorial de um país vai além da defi nição de suas linhas de fronteiras, pois um território não se forma naturalmente, ele é produto da participação ativa e coletiva da sociedade. Cada povo busca autonomia e soberania territorial, o que nem sempre é possível, surgindo, assim, disputas nacionais e/ou internacionais relacionadas às diferenças geográficas, étnicas, religiosas e culturais. Nesse sentido, os movimentos sociais e a participação dos cidadãos atuam como agentes políticos, transformando
e redefinindo os espaços geográficos.
Será que conflitos por domínio e autonomia de território no espaço geográfico ocorrem apenas entre países? Em verdade, esses conflitos por espaço territorial também estão presentes nas cidades, nos bairros, nas favelas e nos ambientes rurais.

Curiosidades: 11 Curiosidades de Geografia


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Questões ENEM XXI - ENEM 2017



1) Na regulação de matérias culturalmente delicadas, como, por exemplo, a linguagem oficial, os currículos da educação pública, o status das Igrejas e das comunidades religiosas, as normas do direito penal (por exemplo, quanto ao aborto), mas também em assuntos menos chamativos, como, por exemplo, a posição da família e dos consórcios semelhantes ao matrimônio, a aceitação
de normas de segurança ou a delimitação das esferas pública e privada – em tudo isso refere-se amiúde apenas o autoentendimento ético-político de uma cultura majoritária, dominante por motivos históricos.

Competência de área I: Compreender os elementos culturais que constituem as identidades.


Esta área de Ciências Humanas relativa ao Ensino Médio engloba os conhecimentos de História, Geografia, Antropologia, Filosofia, Política, Sociologia e Direito, tendo como objetivo a compreensão das pessoas sobre o lugar social que ocupam, levando-as a entenderem os diversos saberes que se articulam numa visão humanística.
 
Nesse sentido, desvincula-se do papel da educação tradicional, conteudista, que repassava os valores “elitistas”. Essa formação humanística busca identifi car e problematizar as questões relevantes a respeito da permanência de confl itos e violências em distintos espaços rurais e, especialmente, em grandes centros urbanos. Desse modo, essa área de competência busca refl etir sobre as singularidades culturais e o respeito à diferença – etnia, religião, gênero e sexualidade.

Portanto, é uma área que tem por objetivo apreender o conhecimento acumulado das diversas Ciências Humanas e assim compreender os diferentes elementos culturais que constituem as identidades: indivíduos e suas práticas cotidianas, seus confl itos pessoais e coletivos em múltiplos “espaços” – família, poder econômico e político do Estado, em âmbito local, regional e internacional.

Desenvolvendo Habilidades H-01
Interpretar historicamente e/ou geograficamente fontes documentais acerca de
aspectos da cultura.

Texto de Relação

As fontes documentais escritas, a exemplo dos diários de viagem, relatos de experiência, memórias, ensaios científi cos, mapas, desenhos e ilustrações, consistem em um valoroso conjunto de argumentos vivos, capazes de responder as mais diversas perguntas pertencentes ao contexto historiográfi co e ao métier do historiador.

Nesse sentido, a partir da escritura dos viajantes estrangeiros que vieram ao país com interesse de catalogar a fauna e a fl ora e os aspectos geográficos, diversos temas acerca dos hábitos e costumes dos grupos sociais também foram descritos nesse processo, construindo uma valorosa carga informacional extremamente cara à contemporaneidade no sentido do remonte da memória e da reconstrução do passado.(Disponível em: http://www.cerescaico.ufrn.br/mneme/anais/st_trab_pdf/pdf_10/fabiano_st10.pdf Acesso em: 10/04/2010).

Questão 1 – Enem 2010
 
O texto abaixo foi extraído de uma crônica de Machado de Assis e refere-se ao trabalho de um escravo.
“Um dia começou a guerra do Paraguai e durou cinco anos, João repicava e dobrava, dobrava e repicava pelos mortos e pelas vitórias. Quando se decretou o ventre livre dos escravos, João é que repicou. Quando se fez a abolição completa, quem repicou foi João. Um dia proclamou-se a República. João repicou por ela, repicaria pelo Império, se o Império retornasse.”
(MACHADO, Assis de. Crônica sobre a morte do escravo João, 1897).

A leitura do texto permite afi rmar que o sineiro João:
 
a) por ser escravo tocava os sinos, às escondidas, quando ocorriam fatos ligados à Abolição.
b) não poderia tocar os sinos pelo retorno do Império, visto que era escravo.
c) tocou os sinos pela República, proclamada pelos abolicionistas que vieram libertá-lo.
d) tocava os sinos quando ocorriam fatos marcantes porque era costume fazê-lo.
e) tocou os sinos pelo retorno do Império, comemorando a volta da Princesa Isabel.


Favor comentar se gostaram da questão! Pois se os leitores estiverem gostando estarei postando mais algumas questões padrão do ENEM, a resposta e a solução da questão.

Redação ENEM 2017 - DICAS

Veja a lista de temas que podem cair na redação do Enem 2017:

Teste online Ciências Humanas - Enem 2014 (Em construção...)

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